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A IMPORTANCIA DA MATERNIDADE PARA AS MULHERES COM CARDIOPATIAS E DIABETES

Espaco Saude e Vida Mae e FilhoTodos sabemos da importância para a mulher de se gerar um novo ser, de dar a luz uma nova vida e depois se empenhar em cuidar e vivenciar a educação dessa criança. É uma forma de se perpetuar a própria existência, que é breve e cheia de incertezas quanto ao tempo. Isso envolve muitos aspectos: emocionais, sociais, econômicos, psicológicos, etc.

Uma gravidez é de alto risco quando a possibilidade de doença ou de morte antes ou depois do parto é maior do que o normal.

Duas dessas doenças que podem surgir nas mulheres gestantes são a diabetes  e as cardiopatias, onde há necessidade de hospitalização para os cuidados da mãe e do feto. Podemos citar o comprometimento da valva, disfunção miocárdica, hipertensão arterial e outros, tendo como sintomas mais observados o cansaço, palpitações, tonturas, batimentos cardíacos irregulares, e outros. No aspecto psicológico, o medo também acompanha essa mulher, pois surgem pensamentos de que o coração não irá aguentar a gestação, ansiedade, e o receio de que esse problema possa ser transmitido ao bebê.

Já o diabetes, é uma doença crônica que afeta 39 milhões de indivíduos somente nas Américas e chegando a 7,6% da população adulta no Brasil. Essa doença é causada pela redução de insulina no sangue e a presença da hiperglicemia, tendo como fator psicológico envolvido o estresse.

É importante ressaltar aqui que nem a cardiopatia nem o Diabetes mellitus impediram as mulheres de engravidarem, como foi constatado numa pesquisa feita no Hospital Auxiliar de Cotoxó em São Paulo, mesmo quando havia uma sinalização médicas dos riscos inerentes da situação. Isto parece combinar às necessidades íntimas da mulher ao seu papel feminino de procriar que parece integrar-se ao seu modelo de mulher. A gravidez, para elas, cria a impressão de que é possível superar obstáculos. Várias respostas foram catalogadas e mostram que as doenças não são maiores que os aspectos sociais e psicológicos que estão no imaginário feminino e isso faz com que essas gestantes adotem uma postura de otimismo para o enfrentamento de sua doença em prol do sonho da maternidade.

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