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Soninho de Anjo do Bebê

Ter um filho dormindo a noite inteira é o sonho de qualquer família, certo? E isso é possível, desde que você conheça a rotina do seu bebê.

“Você tem que entender quem manda na relação. Vocês (eu e marido) ou esse menininho que acabou de chegar.” Essa frase eu escutei de um pediatra que nos atendeu quando Gabriel, o meu mais velho, tinha 4 dias. Ele acabou não sendo o pediatra de Gabi. Mas foi o responsável por estourar a bolha que a gente estava começando a inflar em volta do nosso primeiro filho. “A gente quer que ele entre na nossa vida e se adapte à nossa rotina”, afirmamos sem titubear. “Então o primeiro passo é conhecer bem o filho de vocês.”

Saímos de lá com algumas orientações e, diante de tudo isso, mudamos os planos e paramos para tomar um café. Isso mesmo, Gabriel tinha 4 dias e a gente já sentia que ele se encaixaria perfeitamente na nossa vida. E, para isso funcionar bem, ele tinha que dormir bem. E em qualquer lugar. Isso, pra gente, era importantíssimo.

Ah, a sua história é exceção!
O seu bebê foge à regra.
Falar é fácil.

Fácil, nunca foi. E também não foi da hora pro dia. Mas, acreditem, os meus dois filhos começaram a dormir bem aos 2 ou 3 meses de vida. E, para isso acontecer, nós estabelecemos algumas regras em casa. E isso valeu para os dois filhos:

– Os cochilos do dia eram feitos no carrinho, no bercinho da sala ou em algum lugar com claridade e com o barulho natural da casa. (soneca é soneca, sono é sono, disse o pediatra!)
– Eu mantive uma rotina certinha de alimentação (leite materno), de três em três horas, que começou quando ele tinha poucos dias.
– Por volta das 19h, eu fazia shantala (uma massagem específica para bebês) e o pai dava um relaxante banho de balde (hoje existem os ofurôs, né?).
– Às 21h era a hora da mamada de boa noite. Em seguida, eu trocava a fralda e ninava no braço com musiquinhas e chamego (se deixar faço isso até hoje!).
– Por volta da meia-noite, eu tirava o bebê do berço para uma mamada extra no peito. Os meus dois meninos mamavam dormindo nessa hora. Capotados. E, poucas vezes, eu tive que mexer na fralda.

A partir daí eu tentava dormir o mais rápido possível. Claro que às vezes rolava um choro. E aí vem, novamente, os conselhos do sábio pediatra: “Não tire do berço antes de checar tudo. Ou ele entenderá que, após o choro, tem colo!”.

E não é que isso deu certo?

O check list que eu fazia era:

  1. Olhar se as mãozinhas estavam contraídas e os olhos apertados (sinais de dor);
  2. Tentar dar a chupeta (os meus dois chuparam);
  3. Checar a fralda (ela tem que ser boa para não vazar na madrugada);
  4. E, só, então, pegar no colo.

Calma! Eu não deixava os meninos berrando no berço. Esse processo era quase que automático e rapidinho. Muitas vezes, uma massagem na barriguinha, uma esticadinha nas pernas ou ficar bem pertinho do bebê já resolvia. Em outras, era a fralda mesmo (e aí é sorte, até encontrar a fralda ideal). E, algumas vezes, era fome e a gente partia para a mamada da madrugada.

Mas nunca acordei os meninos, sempre deixei que eles se manifestassem primeiro. E assim eles foram entrando na nossa rotina e dormindo até às 5, 6 ou 7 horas da manhã. Horário que todos nós acordamos por aqui.

Não, eu não tive sorte. É que eu sempre confiei na minha intuição, nos conselhos do pediatra e nos produtos que eu usava. Uma boa fralda, por exemplo, garante que o bebê não acorde à noite molhado, o que é um caos.

Uma boa fralda sustenta de 10 a 12 horas de sono e te deixa tranquila. Claro que pode aparecer um cocô fora de hora, mas aí é a vida, menina! E, no meu caso, atrelada à boa fralda, eu tenho as chupetas, que estão sempre por perto e que acalmam. (Mas isso, oferece quem quer!)

Até hoje, a melhor fralda que eu testei durante a noite com os meninos (e que está sendo usada pelo Rafael) é Babysec Premium. Tenho fraldas de todas as marcas aqui em casa e, sempre que ele não está usando Babysec, eu tenho que trocar o lençol em plena madrugada. Não é coincidência. Nesse vídeo eu mostrei o quanto de líquido que Babysec suporta. Quase 1 litro!

Acho que isso explica tudo, né?

Mas, olha, cada filho é um filho. Hoje, Rafinha ainda acorda a noite e foge pra nossa cama. Gabriel capota das 21h às 7h30. Os dois dormem no barulho e em qualquer lugar, até em cadeira de restaurante. Mas cada um tem o seu jeito.

E aposto que por aí também é assim. Não tem forma nem receita. Tem tentativas, acertos, erros e a sua intuição materna, pois ela sempre dá um bom sinal!

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